Estados Unidos denunciam crimes cometidos por forças de segurança do Brasil
A violência exercida pelas forças de segurança continua sendo um grave problema no Brasil, embora os direitos humanos sejam geralmente respeitados pelas autoridades federais, afirmou o Departamento de Estado norte-americano em seu relatório anual.
O documento, entregue nesta quarta-feira ao Congresso dos Estados Unidos, denuncia a existência de "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões". "O governo ou seus agentes não cometeram assassinatos motivados politicamente, mas as mortes ilegais cometidas por policiais (militares e civis) foram generalizadas", explica o documento. O Departamento de Estado explica que, "em muitos casos", os policiais empregaram "força letal de forma indiscriminada durante apreensões e mataram civis, apesar da ausência de risco para eles". Além disso, "em alguns casos" as mortes de civis foram precedidas de "grave perseguição ou tortura por parte de agentes".
A violência exercida pelas forças de segurança continua sendo um grave problema no Brasil, embora os direitos humanos sejam geralmente respeitados pelas autoridades federais, afirmou o Departamento de Estado norte-americano em seu relatório anual.
O documento, entregue nesta quarta-feira ao Congresso dos Estados Unidos, denuncia a existência de "mortes ilegais, força excessiva, agressões, abusos e torturas de detidos e reclusos por parte de policiais e forças de segurança de prisões". "O governo ou seus agentes não cometeram assassinatos motivados politicamente, mas as mortes ilegais cometidas por policiais (militares e civis) foram generalizadas", explica o documento. O Departamento de Estado explica que, "em muitos casos", os policiais empregaram "força letal de forma indiscriminada durante apreensões e mataram civis, apesar da ausência de risco para eles". Além disso, "em alguns casos" as mortes de civis foram precedidas de "grave perseguição ou tortura por parte de agentes".
O governo norte-americano também destaca que muitos assassinatos foram perpetrados por esquadrões da morte vinculados às forças de segurança, "em alguns casos com a participação policial".
O relatório ressalta que, nos nove primeiros meses de 2008, a polícia matou no Rio de Janeiro 911 pessoas em enfrentamentos, "12% a menos que no mesmo período em 2007", segundo dados do governo federal. Esse número, no entanto, chega a 1.260 assassinatos, a maioria "em atos de resistência", segundo um documento publicado em setembro pelas Nações Unidas.
Além disso, o Departamento de Estado critica a falta de proteção para testemunhas de crimes, da violência e de discriminação.
O documento também ressalta que "a violência doméstica continuou generalizada", com 24.523 casos registrados em todo o País em 2008, contra 20.050 de 2007.
Um comentário:
Acredito que no Brasil se cometa muitas injustiças e violência gratuita. Aliás, isso mesmo acontece em Portugal. Embora em números menores que no Brasil.
Mas quem faz esta denuncia, que vem dos Estados Unidos, é apenas e só, do País onde estas situações criminosas mais acontecem.
Os elementos que compôem as forças da ordem nos Estados Unidos são, na sua grande naioria, terroristas.
Eles, os norte-americanos, que olhem por eles abaixo, que têm muito por onde olhar. Contudo, devemos condenar tais actos, sejam eles praticados em que País for. Mas os Estados Unidos são os campeões em tudo quanto seja mal fazer. São terroristas. Isto já diz tudo. É evidente que não são todos os americanos mas, são muitos. São milhões. Desde presidentes, passando por seitas mafiosas a soldo do próprio poder instituído. Lições desta gente nem o Brasil nem qualquer País do mundo precisa.
Abraços.
David Santos - Portugal
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